Capítulo 2
Já estava a beira da loucura.
Era quase uma compulsão.
Olhar para ela, desejá-la, pensar nela, sonhar com ela, imaginá-la, acabar com sua vontade no corpo de outra mulher.
Esse era um vicio do qual não conseguia sair.
Olhar para ela, desejá-la, pensar nela, sonhar com ela, imaginá-la, acabar com sua vontade no corpo de outra mulher.
Era um vicio que estava se repetindo por meses.
Olhar para ela, desejá-la, pensar nela, sonhar com ela, imaginá-la, acabar com sua vontade no corpo de outra mulher.
Estava ficando maluco.
Ela estava o enlouquecendo
Era um prisioneiro de seus sentimentos por ela, e estava preso a essa compulsão de repetir o mesmo circuito sempre: Olhar para ela, desejá-la, pensar nela, sonhar com ela, imaginá-la, e acabar com sua vontade no corpo de outra mulher, como consequência de seu medo
Um homem acostumado a ter qualquer mulher ais seus pés, com apenas um estalar de dedos, reduzido a um pobre infeliz obrigado a contentar-se com as relações vazias, supérfluas, e carentes de algum significado, baseadas unicamente em sexo e sorrisos falsos, relações destinadas a acabar tão rapidamente da mesma forma que foram iniciadas, por que nada é suficiente, nada o completa, nada o acalma, nada o sacia, nada lhe tira a vontade que tinha Dela, nada é suficiente para acabar com os sentimentos que o torturam a tanto tempo.
Era esse homem que ele havia se tornado.
Atrizes iniciantes, modelos agradáveis, rostos bonitos, corpos esculpidos em plástico. Inúteis tentativas de tirar de seu corpo a vontade insuportável de estar dentro dela.
Um homem acostumado a ter a mulher que escolhesse jogada a seus pés, e implorando-lhe desesperadamente com apenas um estalar de dedos, reduzido a se conter, se castigar, e se conformar, tudo por culpa do medo.
Medo de que???
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