Capitulo 4:
Brennan acordou de madrugada e Booth estava jogado de bruços quase caindo fora da cama. A boca dele estava aberta e ela não pode deixar de sorrir.
Estava morrendo de sede, e ainda estava tentando entender como chegaram até a cama. O que não importava agora, o crime já havia sido cometido e ela não sabia como as coisas seriam dali pra frente. Melhor nem pensar naquilo no momento porque o fato é que havia sido bom demais.
Foi a cozinha tomar um copo de água e voltou a deitar ao lado dele, fazendo com que ele resmungasse e se virasse acordando suavemente.
- Aonde você foi? Ele perguntou confuso.
- Eu estava com sede. Disse ela baixinho.
- Achei que tinha saído no meio da noite. Ele sorriu aproximando-se dela e ela se virou de frente para ele, coberta apenas da cintura para baixo, com os braços cobrindo o peito.
- Não tive tempo ainda. Ela disse num tom de brincadeira.
- Tudo aquilo foi real? Ele suspirou.
- A minha dor muscular confirma. Ela garantiu.
- Fora de forma, Bones? Ele debochou com um sorriso.
- Ela estava certa. Disse ela pensativa, ignorando a frase dele.
- Quem tinha razão sobre o que? Ele não entendeu o que ela quis dizer.
- Aquela inglesa, ela disse que eu não deveria me privar do Everest...
- Você disse isso antes e não entendi. Que inglesa? Pritch?
- É... Ela usou o Everest como uma metáfora para descrever você, ou melhor, isso. Disse ela apontando para os corpos nus de ambos.
- Ela me descreveu como o Everest é? Ele pareceu interessado.
- Não você especificamente. Ela quis dizer que não era porque era arriscado dormir com alguém do trabalho que eu deveria me privar do prazer que isso me proporcionaria.
- De qualquer forma, comparou com o Everest. Sou grande como ele? Ele continuava rindo.
- Booth! Ela resmungou reprimindo-o.
- Olha só quem está com problemas para falar de sexo, agora. Ele continuou rindo e a abraçou, quando ela se virou de costas para ele.
- Eu não tenho problemas. Só não vejo motivo para fazê-lo se vangloriar ainda mais. Garantiu ela. Ao ver que ele não dizia mais nada, o cutucou.
- Booth?
- O que? Ele resmungou.
- Você estava dormindo? Ela pareceu ofendida. Como ele podia dormir no meio de uma conversa com ela e assim tão rápido?
- Estava, até você me cutucar.
- Eu estava falando! Ela reclamou.
- Podemos falar amanhã? Já está quase amanhecendo, eu acho.
Ela queria dormir, no entanto ele era pesado e ele havia deixado o braço possessivamente cobrindo-a. Tentou se desvencilhar dele, mas era impossível, então tentou dormir assim mesmo, embora em sua mente começaram a surgir os pensamentos sobre como lidar com a situação: ela transou com Booth.
Tudo parecia ter fluído tão naturalmente que ela realmente não entendia o que havia acontecido e como eles puderam fazer aquilo de uma forma tão natural e ainda ter aquela conversa casual de madrugada como se o que eles tivessem feito não fosse embaraçoso.
Ela tinha medo de pronunciar aquela palavra que estava surgindo em sua boca quando se lembrou do modo como ela e Booth haviam agido naquela noite.
“Pritch” como dizia Booth teria razão? Era possível mesmo dormir com um parceiro sem complicar as coisas?
Booth não parecia estar muito preocupado com o que aconteceria, nem tentando transformar aquela noite num relacionamento.
Ao menos não até agora, mas o grande problema que assolava sua alma era outro.
E se ela de repente quisesse complicar as coisas?
Passou a noite tentando juntar as peças do quebra cabeça, tentando entender o que havia realmente entre ela e Booth, pois ceder ao desejo de fazer sexo com ela, havia deixando-a muito mais confusa do que ela havia planejado.
E ela não gostava de estar errada. Nenhum pouco.
Brennan acordou de madrugada e Booth estava jogado de bruços quase caindo fora da cama. A boca dele estava aberta e ela não pode deixar de sorrir.
Estava morrendo de sede, e ainda estava tentando entender como chegaram até a cama. O que não importava agora, o crime já havia sido cometido e ela não sabia como as coisas seriam dali pra frente. Melhor nem pensar naquilo no momento porque o fato é que havia sido bom demais.
Foi a cozinha tomar um copo de água e voltou a deitar ao lado dele, fazendo com que ele resmungasse e se virasse acordando suavemente.
- Aonde você foi? Ele perguntou confuso.
- Eu estava com sede. Disse ela baixinho.
- Achei que tinha saído no meio da noite. Ele sorriu aproximando-se dela e ela se virou de frente para ele, coberta apenas da cintura para baixo, com os braços cobrindo o peito.
- Não tive tempo ainda. Ela disse num tom de brincadeira.
- Tudo aquilo foi real? Ele suspirou.
- A minha dor muscular confirma. Ela garantiu.
- Fora de forma, Bones? Ele debochou com um sorriso.
- Ela estava certa. Disse ela pensativa, ignorando a frase dele.
- Quem tinha razão sobre o que? Ele não entendeu o que ela quis dizer.
- Aquela inglesa, ela disse que eu não deveria me privar do Everest...
- Você disse isso antes e não entendi. Que inglesa? Pritch?
- É... Ela usou o Everest como uma metáfora para descrever você, ou melhor, isso. Disse ela apontando para os corpos nus de ambos.
- Ela me descreveu como o Everest é? Ele pareceu interessado.
- Não você especificamente. Ela quis dizer que não era porque era arriscado dormir com alguém do trabalho que eu deveria me privar do prazer que isso me proporcionaria.
- De qualquer forma, comparou com o Everest. Sou grande como ele? Ele continuava rindo.
- Booth! Ela resmungou reprimindo-o.
- Olha só quem está com problemas para falar de sexo, agora. Ele continuou rindo e a abraçou, quando ela se virou de costas para ele.
- Eu não tenho problemas. Só não vejo motivo para fazê-lo se vangloriar ainda mais. Garantiu ela. Ao ver que ele não dizia mais nada, o cutucou.
- Booth?
- O que? Ele resmungou.
- Você estava dormindo? Ela pareceu ofendida. Como ele podia dormir no meio de uma conversa com ela e assim tão rápido?
- Estava, até você me cutucar.
- Eu estava falando! Ela reclamou.
- Podemos falar amanhã? Já está quase amanhecendo, eu acho.
Ela queria dormir, no entanto ele era pesado e ele havia deixado o braço possessivamente cobrindo-a. Tentou se desvencilhar dele, mas era impossível, então tentou dormir assim mesmo, embora em sua mente começaram a surgir os pensamentos sobre como lidar com a situação: ela transou com Booth.
Tudo parecia ter fluído tão naturalmente que ela realmente não entendia o que havia acontecido e como eles puderam fazer aquilo de uma forma tão natural e ainda ter aquela conversa casual de madrugada como se o que eles tivessem feito não fosse embaraçoso.
Ela tinha medo de pronunciar aquela palavra que estava surgindo em sua boca quando se lembrou do modo como ela e Booth haviam agido naquela noite.
“Pritch” como dizia Booth teria razão? Era possível mesmo dormir com um parceiro sem complicar as coisas?
Booth não parecia estar muito preocupado com o que aconteceria, nem tentando transformar aquela noite num relacionamento.
Ao menos não até agora, mas o grande problema que assolava sua alma era outro.
E se ela de repente quisesse complicar as coisas?
Passou a noite tentando juntar as peças do quebra cabeça, tentando entender o que havia realmente entre ela e Booth, pois ceder ao desejo de fazer sexo com ela, havia deixando-a muito mais confusa do que ela havia planejado.
E ela não gostava de estar errada. Nenhum pouco.
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