Autora: Ingrid Broering
Sinopse: Uma ideia louca que eu tive.
Se passa durante a 7ª temporada, após o episódio 6.
Classificação: +18
Categorias: Bones
Gêneros: Drama, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
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Sinopse: Uma ideia louca que eu tive.
Se passa durante a 7ª temporada, após o episódio 6.
Classificação: +18
Categorias: Bones
Gêneros: Drama, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo
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Brennan entrou rapidamente e chorando na sala de Angela. Estava desesperada.
– Hey sweetie – ela então olha para o rosto de Brennan – Brenn, porque você está chorando?
Brennan estava com os hormônios à flor da pele. Num ato, considerado irracional por ela, ela abraçou fortemente Angela.
– Booth... – ela soluçava – e... eu...
– Hey Brenn, se acalme. Isso não é bom para a bebê. – Isso a fez chorar ainda mais. – Brenn, vem aqui. Vamos sentar.
Elas sentaram-se. Angela lhe deu um copo d’água e esperou Brennan se acalmar. Cinco minutos depois, Brennan já estava bem o suficiente para explicar-lhe o motivo de suas lágrimas.
– Angie, Booth e eu discutimos.
– Ah, Brennan. Vocês fazem isso o tempo todo.
– Não Angie. Dessa vez não foi por banalidades. Dessa vez foi sério! Foi por causa da nossa filha.
Os olhos da artista se abriram em surpresa.
– Brenn. O que exatamente aconteceu?
Flashback on
Brennan estava em sua sala fazendo um lanche. Por distração acabou deixando o copo vazio cair no chão, o que o fez quebrar em vários pedaços. Ela se abaixou o máximo possível, por conta da avançada gravidez, e começou a juntar os cacos do chão.
Booth entra na sala de Brennan, em busca de paz. Eles estavam em meio a um caso difícil, o caso Pellant, e só a companhia de sua Bones e da filha deles o faria relaxar.
Porem, o que viu não o trouxe paz.
– Bones! - ele falou mais alto do que pretendia.
Com o aumento repentino do som no ambiente, Brennan se assustou, caindo sentada no chão.
– Booth... – ela respirou fundo – você me assustou sabia? – ela levantou-se e foi de encontro a ele.
– Bones, você ficou maluca? O que você estava fazendo abaixada daquele jeito? – ele ignora totalmente a repressão dela. A voz dele continua alta, como se ele estive com irritado. Sim, ele realmente estava irritado.
– Para a sua informação, Booth, eu não estou maluca. E eu estava apenas recolhendo os cacos de um copo que deixei cair. Qual é problema nisso? – ela também estava com a voz alterada. A extrema preocupação dele para com ela e sua filha já estava chegando ao limite. Uma tempestade estava por vir. Uma discussão iniciara-se.
– O problema Bones, é que você fazendo isso pode por em risco a vida da nossa filha! – ele foi em direção a ela para tocar-lhe a barriga. Mas ela se afasta.
– Booth, é você que está maluco aqui! Eu nunca faria nada para prejudicar a minha filha!
– Tem certeza que ela é só sua? Por que pelo o que eu me lembre, eu a fiz junto com você!
– Eu me lembro muito bem disso. Porem ela está dentro de mim, e por enquanto eu escolho o que é melhor para nós duas. O que a torna mais minha no momento. Porem ela não deixa de ser sua também, obviamente.
– Ah é, Bones? Muito bom saber disso! – Ela viu os olhos dele ficarem sem brilho, como se estivessem triste. – Então, você escolha o que é melhor para a sua filha. Eu estou indo para a nossa casa.
– Booth, eu... – mas era tarde demais para se desculpar ou qualquer coisa desse tipo. Ele tinha ido para a casa, enfurecido.
Flashback off
– Eu queria me desculpar com ele Angie. Eu sei que o que eu falei foi errado. Foi egoísta. – ela recomeçara a chorar se é que ela tinha parado – Ele é tão bom comigo. Tão paciente. Eu sempre estrago tudo Angie. Sempre! – Angela a abraça.
– Não sweetie, você não estraga as coisas. Você só não sabe lidar muito bem com sentimentos, é isso. Agora, o que você deve fazer é ir para casa e conversar com ele. Se desculpar. Ele provavelmente já esta com a cabeça mais fria.
Angela estava certa.
Booth chegara em casa exausto. Com toda certeza aquele fora um dos piores dias. Ele odiava discutir com Bones. Sabia que estava sendo protetor demais, iria se desculpar com ela por isso. Mas o fato dela ter dito que a filha era dela? Aquilo ele não admitia! Ele retirou sua roupa, deixando-a por todo o quarto, depois, antes dela chegar, ele juntaria tudo, e foi tomar um banho. A água quente que descia sobre seu corpo, levava consigo toda a tensão daquele maldito dia.
– Obrigada Angie. Eu sabia que podia contar com você – Brennan parecia um pouco mais feliz agora.
– Sempre que precisar, sweetie.
Ela se despediu da amiga e saiu do laboratório.
Passou em um restaurante Tailandês e comprou uma comidinha para eles. Ela queria se redimir com Booth. Durante o longo trajeto para casa, ela pode refletir mais um pouco sobre a briga deles. Ela chegou à conclusão de que estava sendo egoísta. A filha era tanto dele quanto dela. Eles a fizeram juntos! Ela havia sido muito irracional naquele momento. Foram os hormônios da gravidez, pensava. Faltava um quarteirão para chegar em casa. Ela estava um pouco nervosa. Desculpar-se não era seu forte. Estava com medo de estragar tudo novamente. Mas Booth a conhecia muito bem, ele iria desculpá-la.
Ela chegou em casa e a mesma estava em total silêncio. Deixou a comida sobre a mesa e caminhou lentamente até o quarto deles. As roupas dele estavam espalhas por todo o quarto. Ele estava no banho. Ela organizou todas as roupas e acessórios dele, tirou seu sobretudo e os sapatos. Colocou uma almofada na ponta da cama, para seus pés inchados, e deixou-se. Ficou encarando o teto até escutar o registro do chuveiro ser fechado.
Após poucos minutos, Booth sai do banheiro com uma toalha enrolada da cintura. Os cabelos molhados, e o peito com algumas gotas de água aleatórias. Brennan sorri ante a visão. Ele era perfeito. Porem, ela se lembra do propósito maior da noite, desculpar-se com Booth.
– Ah, que bom que chegou Bones. Nós precisamos conversar. – após dito isso, ele ruma ao closet para por uma calça e uma camiseta. Ela o espera sentada na cama.
Ele retorna e senta-se ao lado dela.
– Booth eu...
– Bones eu...
Eles falam na mesma hora. Eles sorriem um para o outro ao constarem a coincidência.
– Pode falar.
– Booth, eu queria me desculpar com você. Eu sei que fui egoísta. Ela não é apenas minha filha. Ela é nossa! E eu não sei por que disse aquelas palavras à você. Eu queria que você me desculpa-se. Eu prometo que não vou mais falar isso. – ela deixou uma lágrima cair. Ele rapidamente limpou-a.
– Bones, eu também preciso me desculpar com você. Estou sendo protetor demais, e sei que isso lhe incomoda. Mas é que eu tenho medo de perder você e a nossa bebê. – ele toca-lhe a barriga, mas dessa vez ela não recua e sim coloca sua mão sobre a dele. Eles sorriem. – E eu também fui muito grosso com você. É que esse caso está me consumindo demais e...
– Está consumindo a todos nós Booth. Não se preocupe, nós vamos pegá-lo. – ela lhe dá um beijo.
Ambos estavam muito tensos, mas quando estavam nos braços um do outro essa tensão se extinguia. Só havia ali amor, paixão, carinho, e seus derivados. O beijo foi ficando cada vez mais urgente. As carícias se tornando mais íntimas, cada vez mais necessárias.
– Acho que você poderia ter continuado apenas de toalha – ela sussurrou no ouvido dele. Um sussurro rouco, seguido de uma gargalhada gostosa. Isso deixou Booth mais excitado.
Brennan era demais. Mesmo grávida continuava atraente. Ainda mais atraente se é que era possível. E sua libido... Ah! Continuava insaciável. Booth amava-a ainda mais por isso.
As roupas começaram a ser perdidas.
Booth havia pesquisado sobre posições sexuais confortáveis para grávidas, e iria por em prática a que acho mais interessante.
Ambos já estavam nus. Despiram-se tão rápido que eles nem perceberam.
Brennan não agüentava mais aquelas carícias intermináveis. Precisava de Booth dentro dela. Ele virou-se, deixando ela por cima. A princípio ela não entendeu qual o propósito dele, afinal, ele gostava também de ficar “no comando”. Mas após uma troca de olhares tudo ficou claro. Eles eram assim, se entendiam apenas por trocas de olhares. Sem usar palavra alguma. Sempre foram assim. Completavam-se como preto e branco, yin e yang, cérebro e coração.
Ela subiu em cima dele. Ele acariciou os seios dela, com delicadeza, por estarem sensíveis. Ela gemeu com o toque. Arranhou-lhe o tronco. Ela deitou sobre ele, a fim de beijá-lo. O contato dos seios dela com seu tronco o deixou mais excitado. Ela levantou-se e encaixou-se nele. Gemeram em unissoro.
Estar dentro dela era bom demais. Era como recarregar as energias. Era mágico. Maravilhoso!
Ser preenchida por ele era fantástico. Era a melhor sensação do mundo. Era se sentir completa.
Eles começaram a se mover juntos. Ele segurava a cintura dela, para lhe dar apoio. O ritmo foi aumentando freneticamente. Eles tinham um ritmo só deles. Uma dança apenas deles.
Chegaram ao clímax juntos.
Ela deixou-se ao lado dele, desconectando-os. Por conta da enorme barriga não tinha como ela ficar sobre ele.
Ela ficou encarando o teto, tentando recuperar o fôlego. Ele virou-se de lado, para encará-la. Retirou uma mexa de cabelo do rosto suado dela. Ficou fazendo carinho no seu rosto.
– Bones, eu te amo muito sabia? Mais que tudo nesse mundo. Você é a pessoa que eu mais amo no mundo todo. – estampou um sorriso lindo. O famoso sorriso charmoso. Que pertencia só a ela.
Ela virou-se. A filha ficando entre eles.
– Eu não posso dizer o mesmo, Booth. – um sorriso apareceu no canto dos seus lábios. Booth arregalou levemente os olhos. – É que tem uma pessoinha aqui dentro – aponta para a barriga - que está disputando esse lugar com você.
Ele dá uma gargalhada gostosa, acompanhado por ela.
Terminam a noite assim. Em família.
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