Capitulo 9:
Era a primeira noite deles como um casal e mesmo assim nada parecia fora do comum. Tudo parecia tão natural que eles achavam difícil acreditar que já houvesse sido diferente.
Mãos eram entrelaçadas, beijos trocados, carícias discretas durante o jantar na mesma lanchonete onde tantas vezes trocaram olhares furtivos sem entender muito bem o porquê.
Estavam apaixonados e de repente aquilo não parecia um crime, parecia fluir dos dois com uma necessidade urgente e incontrolável.
No entanto apesar de tanta familiaridade não esperavam encontrar Sweets com uma nova namorada no mesmo lugar que eles.
- Mas que surpresa... Disse ele sorridente ao ver os dois de mão dadas. Assim que se deram conta da presença dele Booth e Brennan se soltaram, como adolescentes tentando manter um namoro secreto.
- Sweets, porque não nos apresenta sua amiga. Disse Booth com um sorriso amarelo tentando evitar que Sweets falasse sobre eles.
- Hum, esta é Amy Summers, minha namorada. Amy este é o agente Booth e a Dra Brennan, meus pacientes no Jeffersoniam.
- Nós preferimos colegas de trabalho. Retificou Booth.
- Prazer em conhecê-la, Amy. Disse Brennan educadamente. – Gostariam de sentar conosco? Perguntou Brennan ignorando a expressão de Booth que dizia para ela não fazer isso.
- Não queremos atrapalhar vocês, mas obrigada. Disse Amy educadamente.
- É, vamos nos sentar naquela mesa ali. Estamos comemorando um mês. Disse Sweets tentando não rir da expressão sem graça de seus casos de estudo, seguindo até sua mesa.
- Aposto que ele vai fazer comentários sobre isso na próxima sessão. Booth bufou irritado.
- Qual é o problema? Está com vergonha de mim? Brennan perguntou com um sorriso no canto dos lábios.
- Qual é, Bones. Ele riu.
- Está com medo de que saibam.
- Estou nada. Ele negou com veemência.
- Está sim. Pediu para que Angie não conte a ninguém. Brennan prosseguiu.
- Hei, você que sempre achou que trabalho e romance não combinavam.
- Eu achava, mas mudei de opinião. Faz parte da evolução natural das pessoas alterar suas opiniões quando necessário em confronto com algum novo fator.
- Que fator seria esse que alterou suas concepções? Ele perguntou intrigado apoiando o cotovelo na mesa e fitando-a mais de perto. Brennan molhou os lábios, desviou o olhar por uns momentos e disse com um olhar misterioso.
- Você. Agora prove que realmente não liga para Sweets.
- Esse é um pedido seu que eu realizo com prazer.
Disse ele com um ar de desafio, puxando o queixo dela e beijando-a ali na lanchonete mesmo sem se importar com quem pudesse ver ou com o que poderiam pensar. Ela o fazia feliz e era tudo que importava.
Despediram-se de Sweets que manteve as aparências e fingiu que aquilo não era novidade, por estar em frente a namorada enquanto os dois amantes a pouco tempo assumidos seguiam para suas casas.
Ou melhor, para a mesma casa: a de Booth.
- Não quero mais segredos entre nós. Disse ele segurando o rosto dela e fechando a porta com o pé.
- O que você quer? Brennan perguntou num suspiro excitando-a somente com o tom quente da voz dele preenchendo aquele ambiente que de repente parecia menos impessoal.
- Quero que você me diga o que você gosta. Ele mordeu o lóbulo da orelha dela.
- Para começar... Gosto disso. Ela sorriu puxando-o mais perto, batendo seus lábios nos dele. – O que você gosta?
- Para começar? Não sei como agüentei tanto tempo sem beijar esses lábios. Disse ele beijando-a em seguida.
- Eu gosto desse sorriso. Não sei como resisti a ele tanto tempo. Disse ela quase sem fôlego ao ver o sorriso sensual e malandro dele após aquele beijo intenso.
- Nem eu. Disse ele com auto-estima. – Quer saber o que mais eu gosto? Perguntou tirando o casaco dela.
- O que?
- Eu gosto quando você fala daquele jeito cientifico que eu não entendo absolutamente nada e mesmo assim me excita.
- Eu gosto quando você faz isso. Brennan sussurrou quando ele abriu a camisa dela e começou a espalhar beijos no peito deslizando pela barriga.
- Eu gosto quando você se arrepia.
Ele prosseguiu. Brennan puxou-o pela cabeça e começou a despi-lo enquanto o empurrava até o quarto, jogando-o na cama. – Eu gosto quando você é mandona. Disse ele novamente quando ela deitou sobre ele na cama.
Brennan não disse nada, apenas levou sua mão sob os boxers dele e o acariciou de uma forma lenta e intensa fazendo-o soltar um longo e profundo suspiro fechando os olhos.
- Eu gosto quando você faz isso. Ela sussurrou no ouvido dele.
- Eu gosto do som da sua voz. Ainda mais quando você geme. Disse ele recuperando os sentidos e jogando-a na cama livrando-se do sutiã dela e apossando-se de seus seios fazendo-a gemer.
- Eu quero fazer você perder o controle, Bones. Ele sussurrou abrindo as calças dela.
- Então você sempre consegue o que quer.
Brennan deu um sorriso baixinho com a voz ofegante ajudando-o a tirar o que restava da roupa dela. Logo em seguida ele ordenou que ela fechasse os olhos enquanto ele se deleitava sobre o corpo dela, distribuindo beijos ao longo de suas pernas deslizando as mãos pelas suas coxas até chegar naquela região mais íntima dela de onde brotava todo o prazer que inundava os dois naquela brincadeira sensual.
Brennan não podia acreditar na capacidade que ele tinha de fazê-la ir até o paraíso inúmeras vezes sem que nunca ela conseguisse se fartar.
Era como se ele fosse uma nova droga na qual ela havia se viciado aos poucos sem que pudesse perceber e agora não podia mais controlar.
- Chega! Gritou de repente deixando-o confuso.
- Não está bom? Ele perguntou brincalhão.
- Eu quero tocar você. Disse ela colocando-se sobre ele novamente e ele não protestou. – Sentir você... Continuou contornando os músculos do peito dele com as unhas. Provar você... Disse depois de uma pausa mordendo o mamilo dele suavemente e distribuindo beijos pelo corpo dele até chegar à virilha.
Booth não conseguia dizer nada, porque simplesmente não havia o que dizer, pois o que sentia as palavras eram incapazes de explicar, seu corpo inteiro latejava e se contraia enquanto ela o explorava com sua boca de uma forma que o deixava num estado absolutamente indescritível.
- O que você quer agora? Ele perguntou quase sem voz quando ela se levantou sentando sobre ele com um olhar cheio de malícia.
- Eu quero você dentro de mim. Disse ela posicionando-se sobre ele aos poucos deixando-o enlouquecido, até que ambos estivessem completamente encaixados.
O corpo dela estava possuído por diversas sensações, sentia-se quente e ao mesmo tempo suava frio, sentia vertigem, arrepios e um prazer tão grande que parecia já não caber dentro do corpo quando ele sentou-se a deixando ainda mais próxima dele ao abraçá-la com aqueles braços fortes que ela apertava sem dó até poucos minutos antes de chegar ao primeiro clímax daquela noite. Justamente no mesmo instante no qual ele deixou que o mesmo acontecesse com ele.
- Eu gosto quando isso acontece ao mesmo tempo. Ela disse logo em seguida.
- Eu também. Disse ele acariciando o rosto dela e retirando uma mecha do cabelo suado que caía em sua testa.
Os lençóis estavam úmidos, mas não importava, ainda ficariam mais naquela noite.
Era a primeira noite deles como um casal e mesmo assim nada parecia fora do comum. Tudo parecia tão natural que eles achavam difícil acreditar que já houvesse sido diferente.
Mãos eram entrelaçadas, beijos trocados, carícias discretas durante o jantar na mesma lanchonete onde tantas vezes trocaram olhares furtivos sem entender muito bem o porquê.
Estavam apaixonados e de repente aquilo não parecia um crime, parecia fluir dos dois com uma necessidade urgente e incontrolável.
No entanto apesar de tanta familiaridade não esperavam encontrar Sweets com uma nova namorada no mesmo lugar que eles.
- Mas que surpresa... Disse ele sorridente ao ver os dois de mão dadas. Assim que se deram conta da presença dele Booth e Brennan se soltaram, como adolescentes tentando manter um namoro secreto.
- Sweets, porque não nos apresenta sua amiga. Disse Booth com um sorriso amarelo tentando evitar que Sweets falasse sobre eles.
- Hum, esta é Amy Summers, minha namorada. Amy este é o agente Booth e a Dra Brennan, meus pacientes no Jeffersoniam.
- Nós preferimos colegas de trabalho. Retificou Booth.
- Prazer em conhecê-la, Amy. Disse Brennan educadamente. – Gostariam de sentar conosco? Perguntou Brennan ignorando a expressão de Booth que dizia para ela não fazer isso.
- Não queremos atrapalhar vocês, mas obrigada. Disse Amy educadamente.
- É, vamos nos sentar naquela mesa ali. Estamos comemorando um mês. Disse Sweets tentando não rir da expressão sem graça de seus casos de estudo, seguindo até sua mesa.
- Aposto que ele vai fazer comentários sobre isso na próxima sessão. Booth bufou irritado.
- Qual é o problema? Está com vergonha de mim? Brennan perguntou com um sorriso no canto dos lábios.
- Qual é, Bones. Ele riu.
- Está com medo de que saibam.
- Estou nada. Ele negou com veemência.
- Está sim. Pediu para que Angie não conte a ninguém. Brennan prosseguiu.
- Hei, você que sempre achou que trabalho e romance não combinavam.
- Eu achava, mas mudei de opinião. Faz parte da evolução natural das pessoas alterar suas opiniões quando necessário em confronto com algum novo fator.
- Que fator seria esse que alterou suas concepções? Ele perguntou intrigado apoiando o cotovelo na mesa e fitando-a mais de perto. Brennan molhou os lábios, desviou o olhar por uns momentos e disse com um olhar misterioso.
- Você. Agora prove que realmente não liga para Sweets.
- Esse é um pedido seu que eu realizo com prazer.
Disse ele com um ar de desafio, puxando o queixo dela e beijando-a ali na lanchonete mesmo sem se importar com quem pudesse ver ou com o que poderiam pensar. Ela o fazia feliz e era tudo que importava.
Despediram-se de Sweets que manteve as aparências e fingiu que aquilo não era novidade, por estar em frente a namorada enquanto os dois amantes a pouco tempo assumidos seguiam para suas casas.
Ou melhor, para a mesma casa: a de Booth.
- Não quero mais segredos entre nós. Disse ele segurando o rosto dela e fechando a porta com o pé.
- O que você quer? Brennan perguntou num suspiro excitando-a somente com o tom quente da voz dele preenchendo aquele ambiente que de repente parecia menos impessoal.
- Quero que você me diga o que você gosta. Ele mordeu o lóbulo da orelha dela.
- Para começar... Gosto disso. Ela sorriu puxando-o mais perto, batendo seus lábios nos dele. – O que você gosta?
- Para começar? Não sei como agüentei tanto tempo sem beijar esses lábios. Disse ele beijando-a em seguida.
- Eu gosto desse sorriso. Não sei como resisti a ele tanto tempo. Disse ela quase sem fôlego ao ver o sorriso sensual e malandro dele após aquele beijo intenso.
- Nem eu. Disse ele com auto-estima. – Quer saber o que mais eu gosto? Perguntou tirando o casaco dela.
- O que?
- Eu gosto quando você fala daquele jeito cientifico que eu não entendo absolutamente nada e mesmo assim me excita.
- Eu gosto quando você faz isso. Brennan sussurrou quando ele abriu a camisa dela e começou a espalhar beijos no peito deslizando pela barriga.
- Eu gosto quando você se arrepia.
Ele prosseguiu. Brennan puxou-o pela cabeça e começou a despi-lo enquanto o empurrava até o quarto, jogando-o na cama. – Eu gosto quando você é mandona. Disse ele novamente quando ela deitou sobre ele na cama.
Brennan não disse nada, apenas levou sua mão sob os boxers dele e o acariciou de uma forma lenta e intensa fazendo-o soltar um longo e profundo suspiro fechando os olhos.
- Eu gosto quando você faz isso. Ela sussurrou no ouvido dele.
- Eu gosto do som da sua voz. Ainda mais quando você geme. Disse ele recuperando os sentidos e jogando-a na cama livrando-se do sutiã dela e apossando-se de seus seios fazendo-a gemer.
- Eu quero fazer você perder o controle, Bones. Ele sussurrou abrindo as calças dela.
- Então você sempre consegue o que quer.
Brennan deu um sorriso baixinho com a voz ofegante ajudando-o a tirar o que restava da roupa dela. Logo em seguida ele ordenou que ela fechasse os olhos enquanto ele se deleitava sobre o corpo dela, distribuindo beijos ao longo de suas pernas deslizando as mãos pelas suas coxas até chegar naquela região mais íntima dela de onde brotava todo o prazer que inundava os dois naquela brincadeira sensual.
Brennan não podia acreditar na capacidade que ele tinha de fazê-la ir até o paraíso inúmeras vezes sem que nunca ela conseguisse se fartar.
Era como se ele fosse uma nova droga na qual ela havia se viciado aos poucos sem que pudesse perceber e agora não podia mais controlar.
- Chega! Gritou de repente deixando-o confuso.
- Não está bom? Ele perguntou brincalhão.
- Eu quero tocar você. Disse ela colocando-se sobre ele novamente e ele não protestou. – Sentir você... Continuou contornando os músculos do peito dele com as unhas. Provar você... Disse depois de uma pausa mordendo o mamilo dele suavemente e distribuindo beijos pelo corpo dele até chegar à virilha.
Booth não conseguia dizer nada, porque simplesmente não havia o que dizer, pois o que sentia as palavras eram incapazes de explicar, seu corpo inteiro latejava e se contraia enquanto ela o explorava com sua boca de uma forma que o deixava num estado absolutamente indescritível.
- O que você quer agora? Ele perguntou quase sem voz quando ela se levantou sentando sobre ele com um olhar cheio de malícia.
- Eu quero você dentro de mim. Disse ela posicionando-se sobre ele aos poucos deixando-o enlouquecido, até que ambos estivessem completamente encaixados.
O corpo dela estava possuído por diversas sensações, sentia-se quente e ao mesmo tempo suava frio, sentia vertigem, arrepios e um prazer tão grande que parecia já não caber dentro do corpo quando ele sentou-se a deixando ainda mais próxima dele ao abraçá-la com aqueles braços fortes que ela apertava sem dó até poucos minutos antes de chegar ao primeiro clímax daquela noite. Justamente no mesmo instante no qual ele deixou que o mesmo acontecesse com ele.
- Eu gosto quando isso acontece ao mesmo tempo. Ela disse logo em seguida.
- Eu também. Disse ele acariciando o rosto dela e retirando uma mecha do cabelo suado que caía em sua testa.
Os lençóis estavam úmidos, mas não importava, ainda ficariam mais naquela noite.
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