Capitulo 10:
- Agente Booth, Dra. Brennan. Cumprimentou Sweets, todo sorridente.
- Sweets. Booth replicou.
- Bem, como foi o trabalho hoje? Ele perguntou, ignorando por completo aquela situação embaraçosa a qual Booth e Brennan estavam prontos para dar alguma desculpa.
- Bem... Brennan deu de ombros.
- Não, isso não está certo. Porque pela primeira vez você não tem algum comentáriozinho? Justo agora que demos motivo.
- Não sei ao que se refere Agente Booth. Disse ele confuso.
- Sabe sim. Booth afirmou.
- Booth... Brennan segurou o braço dele.
- Não sei mesmo. Você tem algo que querem compartilhar? Ele cruzou os braços.
- Você realmente não se importa com o que viu? Agora Brennan é que parecia surpresa com a atitude.
- Ah, por favor... Todo mundo já pensava que vocês transavam, então que diferença faz? Parece que finalmente vocês resolveram acordar para tudo que eu tenho falado.
- Como assim? Brennan perguntou interessada.
- Estava bem claro desde o começo pra mim, que vocês não eram só amigos. Ao menos agora vocês pararam de negar, pelo visto.
- Mas nós éramos amigos, ainda somos. Brennan o corrigiu.
- Somos amigos? Booth pareceu ofendido.
- Você sempre foi meu melhor amigo Booth e não é porque estou tendo relações sexuais com você que isso vai mudar. Sweets ficou um pouco surpreso por ela revelar aquilo na frente dele com tanta naturalidade, mas ficou em silêncio assistindo os dois.
- Pensei que já tivéssemos falado sobre isso. Disse ele parecendo chateado, por isso Brennan não queria que ele interpretasse mal e segurou a mão dele, falando com clareza:
- Quando fizemos sexo, eu não perdi um amigo, eu não perdi o meu parceiro, só que agora além de ter os dois, eu tenho também um amor. Um amor que eu tentei não ver por muito tempo justamente porque me faz acreditar em tudo que nunca acreditei.
- No que eu fiz você acreditar?
- Que existem diferenças entre fazer sexo e fazer amor. Ela disse meio contra a vontade. Mas principalmente você me ensinou a amar.
Os dois se encararam sorridentes por um minuto e como se soubessem que aquele olhar era uma expressão daquela declaração tão negada durante tanto tempo, os dois disseram:
- Eu também.
Um abraço terno selou aquele momento finalizado com um beijo e quando olharam para frente se deram conta que Sweets não estava mais ali e nem sabiam dizer quando ele havia saído.
- Será que ele saiu faz tempo? Booth perguntou a ela enquanto ela entrelaçava os dedos da mão aos dele, deitando-se em seu ombro.
- Não sei. Mas sei que não quero mais ser discreta com relação ao que temos.
- E o que temos?
- Você sabe. Ela sorriu no canto dos lábios.
- Diga. Ele insistiu.
- Booth, eu te amo. Ela disse como se isso fosse um argumento.
- Eu sei, mas não foi isso que perguntei. Disse ele com ar vaidoso.
- Temos um relacionamento. Ela suspirou. Estamos namorando! Ela fez uma pausa. – Certo? Perguntou pouco depois, um tanto desconfiada.
Booth apenas riu da expressão dela e a beijou mais uma vez.
Logo em seguida levantaram-se e viram um bilhete de Sweets em cima da mesa:
- Finalmente vocês estão liberados. Receberam alta. Ah e fico feliz por vocês. Espero ser convidado para o casamento.
- Sweets... Booth deu um sorriso pensativo.
- Mas então, vamos acabar com a discrição? Ela perguntou, puxando-o pela gravata, levando-o fora da sala.
- Como pretende fazer isso? Ele quis saber curioso.
- Você vai ver...
Ela fez um mistério que a tornou ainda mais sensual, fazendo com que ele quisesse possuí-la ali mesmo, no entanto pegando-o de surpresa, assim que entraram no laboratório ela o puxou novamente pela gravata dando-lhe um beijo de tirar o fôlego antes mesmo que ele pudesse pensar sobre o que ela estava fazendo.
Enquanto continuavam se beijando, num jogo sensual de línguas lutando pelo espaço uma da outra ouviram aplausos, assovios e mais de uma pessoa dizendo:
- Finalmente!
the end.
- Agente Booth, Dra. Brennan. Cumprimentou Sweets, todo sorridente.
- Sweets. Booth replicou.
- Bem, como foi o trabalho hoje? Ele perguntou, ignorando por completo aquela situação embaraçosa a qual Booth e Brennan estavam prontos para dar alguma desculpa.
- Bem... Brennan deu de ombros.
- Não, isso não está certo. Porque pela primeira vez você não tem algum comentáriozinho? Justo agora que demos motivo.
- Não sei ao que se refere Agente Booth. Disse ele confuso.
- Sabe sim. Booth afirmou.
- Booth... Brennan segurou o braço dele.
- Não sei mesmo. Você tem algo que querem compartilhar? Ele cruzou os braços.
- Você realmente não se importa com o que viu? Agora Brennan é que parecia surpresa com a atitude.
- Ah, por favor... Todo mundo já pensava que vocês transavam, então que diferença faz? Parece que finalmente vocês resolveram acordar para tudo que eu tenho falado.
- Como assim? Brennan perguntou interessada.
- Estava bem claro desde o começo pra mim, que vocês não eram só amigos. Ao menos agora vocês pararam de negar, pelo visto.
- Mas nós éramos amigos, ainda somos. Brennan o corrigiu.
- Somos amigos? Booth pareceu ofendido.
- Você sempre foi meu melhor amigo Booth e não é porque estou tendo relações sexuais com você que isso vai mudar. Sweets ficou um pouco surpreso por ela revelar aquilo na frente dele com tanta naturalidade, mas ficou em silêncio assistindo os dois.
- Pensei que já tivéssemos falado sobre isso. Disse ele parecendo chateado, por isso Brennan não queria que ele interpretasse mal e segurou a mão dele, falando com clareza:
- Quando fizemos sexo, eu não perdi um amigo, eu não perdi o meu parceiro, só que agora além de ter os dois, eu tenho também um amor. Um amor que eu tentei não ver por muito tempo justamente porque me faz acreditar em tudo que nunca acreditei.
- No que eu fiz você acreditar?
- Que existem diferenças entre fazer sexo e fazer amor. Ela disse meio contra a vontade. Mas principalmente você me ensinou a amar.
Os dois se encararam sorridentes por um minuto e como se soubessem que aquele olhar era uma expressão daquela declaração tão negada durante tanto tempo, os dois disseram:
- Eu também.
Um abraço terno selou aquele momento finalizado com um beijo e quando olharam para frente se deram conta que Sweets não estava mais ali e nem sabiam dizer quando ele havia saído.
- Será que ele saiu faz tempo? Booth perguntou a ela enquanto ela entrelaçava os dedos da mão aos dele, deitando-se em seu ombro.
- Não sei. Mas sei que não quero mais ser discreta com relação ao que temos.
- E o que temos?
- Você sabe. Ela sorriu no canto dos lábios.
- Diga. Ele insistiu.
- Booth, eu te amo. Ela disse como se isso fosse um argumento.
- Eu sei, mas não foi isso que perguntei. Disse ele com ar vaidoso.
- Temos um relacionamento. Ela suspirou. Estamos namorando! Ela fez uma pausa. – Certo? Perguntou pouco depois, um tanto desconfiada.
Booth apenas riu da expressão dela e a beijou mais uma vez.
Logo em seguida levantaram-se e viram um bilhete de Sweets em cima da mesa:
- Finalmente vocês estão liberados. Receberam alta. Ah e fico feliz por vocês. Espero ser convidado para o casamento.
- Sweets... Booth deu um sorriso pensativo.
- Mas então, vamos acabar com a discrição? Ela perguntou, puxando-o pela gravata, levando-o fora da sala.
- Como pretende fazer isso? Ele quis saber curioso.
- Você vai ver...
Ela fez um mistério que a tornou ainda mais sensual, fazendo com que ele quisesse possuí-la ali mesmo, no entanto pegando-o de surpresa, assim que entraram no laboratório ela o puxou novamente pela gravata dando-lhe um beijo de tirar o fôlego antes mesmo que ele pudesse pensar sobre o que ela estava fazendo.
Enquanto continuavam se beijando, num jogo sensual de línguas lutando pelo espaço uma da outra ouviram aplausos, assovios e mais de uma pessoa dizendo:
- Finalmente!
the end.
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