Chapter 4
Nathan afastou-se para olhá-la. Ou fora Castle? Absorvia cada centímetro do rosto perfeito de sua musa, sentia o verde daqueles olhos tocar a superfície de sua boca para em seguida encontrar os azuis dos dele, como um indício de desejo. Ela não fazia ideia de como ele adorava aquilo. Mas algo a incomodava, então sua expressou mudou e ela se dirigiu até a porta visivelmente chateada. Abriu a porta olhando para o chão sem dizer absolutamente nada, esperando que Nathan entendesse o recado. Ele retomou o equilíbrio e percebeu o parecia ter feito.
- Stana, eu sinto muito. Não pense que eu quis me aproveitar de você. Eu só...
- Achou que poderia passar uma noite com Nikki Heat ou com Kate Beckett? Isso é se aproveitar Nathan. – Ela disse fechando a porta com força indo para o seu quarto.
Ele esperou alguns minutos e depois a seguiu em silêncio, não queria ir embora e deixá-la zangada daquela forma. Ela era uma grande amiga e ele realmente gostava dela. Talvez até mais do que deveria. Ela percebeu que ele a olhava da porta do quarto enquanto ela removia a maquiagem.
- Achei que tinha dito pra você ir embora. - Ela falou com o rosto vermelho, numa mistura de raiva e mágoa.
- Eu não queria ir e deixá-la dessa forma.
- Tudo bem, Nathan, eu já estou acostumada com essas coisas. Só não esperava isso vir de você. - Ela respirou um minuto e continuou. - Eu não sou ficção, Nathan, eu sou realidade. Eu fora do estúdio espero ser apenas Stana pra você. Não uma personagem, muito menos a atriz, mas a mulher, uma mulher comum. Eu acho que você entende o que isso significa.
O olhar dela agora transbordava apenas mágoa e culpa. Ele então adentrou seu aposento e se aproximou, agachando-se perto dela para poder olhá-la no olhos.
- Ouça, Stana, eu não sou criança. Eu sei separar as coisas. Mas você precisa saber que você realmente mexe comigo. Lembra quando nos encontramos no teste e você me pediu para cortar sua blusa? Naquele dia eu vi que você era uma mulher diferente das outras. Isso me impactou de uma forma que eu não sabia definir até hoje. Mas hoje eu sei quem você é e eu sei quem eu quero. E eu quero você.
Eles se entreolharam, focalizando apenas um ao outro. Isso não estava sendo uma brincadeira. Nem para ele, muito menos para ela. Descobriam seus sentimentos a cada gravação, mas haviam tantos motivos para não serem revelados. Ou não havia nenhum?
- E quem eu sou pra você, Nathan? - Ela disse encarando-o com seriedade revelando desejo.
- Você pode ser quem você quiser, Stana. – Ele se aproximou mais dela. - Desde que seja você.
***
Nathan afastou-se para olhá-la. Ou fora Castle? Absorvia cada centímetro do rosto perfeito de sua musa, sentia o verde daqueles olhos tocar a superfície de sua boca para em seguida encontrar os azuis dos dele, como um indício de desejo. Ela não fazia ideia de como ele adorava aquilo. Mas algo a incomodava, então sua expressou mudou e ela se dirigiu até a porta visivelmente chateada. Abriu a porta olhando para o chão sem dizer absolutamente nada, esperando que Nathan entendesse o recado. Ele retomou o equilíbrio e percebeu o parecia ter feito.
- Stana, eu sinto muito. Não pense que eu quis me aproveitar de você. Eu só...
- Achou que poderia passar uma noite com Nikki Heat ou com Kate Beckett? Isso é se aproveitar Nathan. – Ela disse fechando a porta com força indo para o seu quarto.
Ele esperou alguns minutos e depois a seguiu em silêncio, não queria ir embora e deixá-la zangada daquela forma. Ela era uma grande amiga e ele realmente gostava dela. Talvez até mais do que deveria. Ela percebeu que ele a olhava da porta do quarto enquanto ela removia a maquiagem.
- Achei que tinha dito pra você ir embora. - Ela falou com o rosto vermelho, numa mistura de raiva e mágoa.
- Eu não queria ir e deixá-la dessa forma.
- Tudo bem, Nathan, eu já estou acostumada com essas coisas. Só não esperava isso vir de você. - Ela respirou um minuto e continuou. - Eu não sou ficção, Nathan, eu sou realidade. Eu fora do estúdio espero ser apenas Stana pra você. Não uma personagem, muito menos a atriz, mas a mulher, uma mulher comum. Eu acho que você entende o que isso significa.
O olhar dela agora transbordava apenas mágoa e culpa. Ele então adentrou seu aposento e se aproximou, agachando-se perto dela para poder olhá-la no olhos.
- Ouça, Stana, eu não sou criança. Eu sei separar as coisas. Mas você precisa saber que você realmente mexe comigo. Lembra quando nos encontramos no teste e você me pediu para cortar sua blusa? Naquele dia eu vi que você era uma mulher diferente das outras. Isso me impactou de uma forma que eu não sabia definir até hoje. Mas hoje eu sei quem você é e eu sei quem eu quero. E eu quero você.
Eles se entreolharam, focalizando apenas um ao outro. Isso não estava sendo uma brincadeira. Nem para ele, muito menos para ela. Descobriam seus sentimentos a cada gravação, mas haviam tantos motivos para não serem revelados. Ou não havia nenhum?
- E quem eu sou pra você, Nathan? - Ela disse encarando-o com seriedade revelando desejo.
- Você pode ser quem você quiser, Stana. – Ele se aproximou mais dela. - Desde que seja você.
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