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sábado, 30 de junho de 2012

[Castle fic] For us - Cap. 7

Chapter 7 - Let’s get on


Martha ficou até tarde no teatro e voltou de madrugada para casa. Por ter chegado tão tarde não foi falar com o filho, achou que ele estaria dormindo, e previu que o mesmo estaria bem, lembrou-se que Beckett estaria com ele na parte da tarde e se algo houvesse acontecido ela já saberia. Ao levantou-se pela manhã, Martha sentiu um delicioso cheiro da cozinha, sabia bem que seu filho normalmente fazia o café da manhã.
- Bom dia, querido!
- Bom dia mãe. – Castle estava realmente de bom humor àquela manhã, ele normalmente acordava de bom humor, mas, naquela manhã era diferente.
- Vejo que está bem melhor, meu garoto. Você está sentindo alguma coisa?
- Eu realmente estou muito bem, e a única coisa que estou sentindo é uma felicidade daquelas que a gente acha que não vai agüentar de tão boa que é a sensação.
- Sei... e quem seria responsável por tudo isso. – Castle fez uma cara de menino travesso levantando as sobrancelhas.
- Daqui a pouco você vai ver. – Não de morou muito e Kate desceu as escadas ela vestida numa camisa de Castle e no começo sentiu-se um pouco envergonhada por aparecer vestida assim na frente de Martha, mas a mesma lhe estendeu os braços com um “Bom Dia” sonoro, digno de Martha Rodgers. 
Depois do abraço em Martha ela dirigiu-se ao dono dos olhos azuis mais lindos, que a observavam com maior admiração, com amor.
- Bom dia.
- Bom dia. – Castle passou os braços em sua cintura e deu-lhe um doce beijo apaixonado.
- Hum, hum. Queridos não tenho mais idade pra presenciar essas coisas. – Martha disse num tom divertido fazendo os dois rirem. - Vamos tomar café que eu preciso voltar ao teatro. 

Após terminarem o café da manhã que transcorreu animadamente, Martha foi quarto para se trocar assim como Castle e Beckett. Castle estava deitado de lado em sua cama e observava Beckett enquanto ela se trocava, ela não estava alheia a isso mesmo estando de costas pra ele. Oh Deus como ela gostava de provocá-lo, antes usavam só palavras e olhares, agora ela usaria também seu corpo para faze-lo ficar com aquele olhar bobo que ela adorava. Então ela retirou lentamente a camisa dele que ela estava usando, deixando seus seios nus livres para o olhar de admiração de Castle. Mas antes que ela pudesse se virar para Castle sentiu as grandes e quentes mãos de Castle em sua cintura enquanto seu pescoço era atacado por lábios sedentos.
- Quer ajuda? – Castle perguntou enquanto colava ainda mais seus corpos
- Depende, pra me vestir, ou pra me despir?
- Então quer dizer que existe a opção de você tirar tudo? – Castle falou num tom rouco no ouvido de Kate, provocando-a apertando ainda mais seus corpos.
- Bem, eu... - Beckett teve os lábios tomados pelos de Castle num ardente beijo roubado, beijaram-se por longos e deliciosos minutos, Castle desceu suas mãos pela lateral do corpo de Kate fazendo - a ofegar durante o beijo as mãos ágeis do escritor desceram até o frente da pequena calcinha que a detetive usava, percebendo assim sua excitação, antes mesmo que pudesse aprofundar as carícias em Beckett, ouviram batidas na porta.
-Rick... Rick. – Martha chamava.
- Já vou. - Castle respondeu meio descontente. – Sinto muito, linda, te devo essa.
- Pode ter certeza de que vou cobrar Richard Castle. – Beckett respondeu enquanto caminhava para o banheiro, afinal, agora um banho cairia bem, de preferência um banho gelado.

A conversa entre Castle e Martha foi rápida, apenas para se despedirem e ela o avisara que provavelmente voltaria tarde do teatro novamente, encerrando o assunto com um beijo na testa do filho, um pedido “Juízo” e um sorriso radiante.
Castle parecia um menino ao voltar todo contente para o quarto até ouvir o chuveiro ligado. Caminhou silenciosamente para dentro do banheiro e boquiaberto admirou a água correr pelo corpo de Kate.
- E então quer companhia? – ele perguntou.
- Ah depende, você vai me compensar? – Castle não se atreveu a tentar responder, aquela mulher o deixava sem palavras. Castle livrou - se rapidamente de suas roupas e juntou-se a ela aninhando-se em suas costas. Beckett apoiou a cabeça em seu ombro deixando seu pescoço livre para que os lábios de Castle saboreassem.
- Que sede. - Castle usou um tom rouco e começou a lamber e chupar a água que escorria pelo pescoço de Beckett deixando a arrepiada. As mãos de Castle, e Beckett agradecia aos céus por aquelas grandes mãos, ambas desciam pela lateral do corpo de Beckett trilhando um delicioso caminho por suas curvas.
Habilidosas, as mãos de Castle pareciam movimentarem-se sozinhas em direção ao centro úmido e quente de Kate, dois dos longos dedos começaram ali uma dança maravilhosa enquanto contornavam e invadiam a intimidade de Kate, o polegar dançava sobre o ponto sensível da sua amada musa. Ela gemia e se contorcia em seus braços, Castle adorou vê-la assim tão livre, após algum tempo trabalhando com seus dedos em Beckett, Castle maravilhou-se ao vê-la se libertar, ao ouvir seus gemidos constantes e se derramar sobre seus dedos.
-Castle... oh... Castle... Eu te amo. – Beckett não sabia como conseguiu forças para falar.
- Também te amo, Kate.
Terminaram o banho com certa dificuldade, já que com a proximidade dos corpos o desejo se acendia instantaneamente ao se tocarem. Mas enfim terminaram o banho, porém foi difícil resistirem ao entrarem no quarto, amaram se novamente, naquele quarto ecoaram seus gemidos, o som do amor realizado. 

Almoçaram, amaram-se novamente dessa vez sobre a mesa da cozinha, era inevitável estarem tão próximos e não conseguirem não se tocar, mais do que a vontade, mais do que sexo, era amor. Estavam finalmente deitados relaxados e por hora saciados.
- Ahn, Castle, amanhã eu Preciso ir até o precinto saber sobre o caso Double. - Beckett começou;
- Então eu vou com você.
- Não senhor, você vai ficar aqui descansando, e tem mais, eu volto antes da uma da tarde.
- Ah, Kate... - Castle falava como uma criança dengosa.
- Não Castle, por favor, 
- Mas, você não me deixou descansar não é? – Castle repreendia falsamente, 
- Certo, mas você precisa se cuidar, por Alexis, por sua mãe e por mim, sabe. – Beckett perdia-se naqueles maravilhosos olhos azuis.
- Ele ainda esta lá fora eu não posso arriscar de novo.
- Eu entendo amor, obrigado. - Um beijo molhado e apaixonado selou aquela noite. 

Na manhã seguinte..
Começou com Castle beijando o corpo de Beckett fazendo-a despertar.
- Sabe, se você fizer isso nós não sairemos da cama tão cedo. - Beckett disse meio preguiçosa.
- Certo, então... Mais tarde?
- Mais tarde com certeza. 
- Um beijo? - Castle perguntou inocente.
- Ok. - Começaram então aquele beijo novamente, aquele que selou a noite anterior.
- Certo Castle, chega. – Castle soltou um gemido frustrado, que fez Beckett rir, mas enfim cada um seguiu para um começo de dia, Castle planejou assistir alguns filmes até a hora do almoço, quando Beckett viria a seu encontro. Castle se sentiu frustrado, ao receber uma ligação de Beckett na parte da tarde, avisando que não poderia ir para o almoço, mas para o jantar com certeza estaria em casa.

Castle então teve a maravilhosa idéia de preparar um jantar romântico para sua musa, ela já havia provado do café da manhã conhecia parte dos dotes culinários de Castle. Após uma análise em sua geladeira Castle, se preparou e foi até o supermercado para comprar o que faltava, aquela noite definitivamente seria especial. Castle sequer percebeu que seu carro estava sendo seguido desde que saiu de seu apartamento, estava mais preocupado em como seria sua noite com Kate, o carro de Castle seguiu para o supermercado e terminadas as suas compras seguiu por uma outra estrada para comprar flores frescas para Kate, na volta da floricultura o carro de Castle começou a 'engasgar'.
- Mas o quê... - o escritor desceu frustrado do carro já que, o mesmo passara por uma revisão recente, Castle abaixou-se olhou em baixo do caro, levantou o capô e não encontrou nada. 
- Sem sinal, que beleza. - Castle reclamou ao constatar a situação do celular. A movimentação naquela área também era estranha nem ao menos um carro havia passado por aquele trecho. A noite já havia caído quando finalmente um carro se aproximou Castle sequer precisou fazer qualquer tipo de sinal e o carro parou próximo a ele. De dentro do carro saiu um homem alto, vestindo roupas pretas, ele olhava pra baixo, seu andar era lento, mas, não ameaçador. A figura se aproximou e com sua voz grave soltou as primeiras palavras.
- Finalmente nos encontramos Rick.


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